Não mate a poesia. Todos os poetas a buscam e ela escolheu pousar em você.

domingo, 13 de outubro de 2013

Quando ela passa
(Claudia Vanessa Bergamini)

Por três anos, fui professora de uma menina muito querida, claro que havia outras alunas queridas que com elas estudavam, mas sua meiguice e doçura marcaram nossa convivência durante os anos em que ela fez ensino médio. Finda esta etapa, a menina, de chofre, tornou-se uma linda moça. O olhar meigo ainda a acompanha, a delicadeza no andar, nos gestos, enfim, é a mesma menina ainda. Linda, desabrochando como rosa de primavera.
Já não é mais minha aluna. que pena! Porque sinto falta de ensinar às pessoas que têm vontade de aprender, vontade de saber mais, pessoas que sabem ser o conhecimento intelectual necessário à formação.
Neste ano, continuei sendo brindada com o sorriso meigo dessa moça. Mas como falei não é mais minha aluna, ainda assim, todos os dias, impreterivelmente às 7h05 minutos, ela passa por mim, cumprimenta-me com seu lindo sorriso, fazendo-me acreditar que os laços de amizade que se estabeleceram entre nós serão duradouros, quiçá, eternos.
Ana Carolina Farias Silva você é a pessoa de quem falo, obrigada por alegrar minhas manhãs com seu bom dia, com seu sorriso e sua meiguice. Espero sempre encontrá-la, para que meus dias sejam ainda mais agradáveis. Vou me lembrar de você em cada manhã pela avenida J.K., sua sempre professora...

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